Paris – Chegamos, ma cherie!

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Às 19h chegamos na cidade luz. O clima estava bem frio, totalmente o oposto do Rio de Janeiro em seus 40°C (literalmente).

Momento devaneio: tenho que contar que eu e Alessandro fomos em poltronas separadas, e a British Airways tem um “bate-papo” no entretenimento… eis que no tédio começamos a conversar por ali e como “the zoeira never ends” zoamos tudo e todos por ali, em alguns momentos não consegui parar de rir, e o passageiro do meu lado deve ter achado que sou louca (o que não é totalmente mentira, porque “We’re all mad here!”).

Chegamos e Miguel já nos esperava no aeroporto, fomos pro hotel de metrô, afinal, quem precisa de Táxi em países desenvolvidos?

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Ficamos no Courtyard Paris Arcueil Hotel, da Marriott, muito bom hotel e num bairro bem legal, ao lado de um pequeno shopping e perto do metrô.

Um dos meus problemas foi: O jet lag por conta do fuso-horário, juro que não conseguia acordar antes de 13h nunca… Nenhum dia, ainda mais com o blackout todo fechado, sem entrar nenhum raio de luz no quarto! Enfim, prometo passear pelas ruas parisienses antes de 13h da próxima vez (sim, haverão próximas, é impossível não se apaixonar pelas ruas de Paris e não querer voltar).

A noite fomos jantar e para isso Paris tem muitas opções. Nós escolhemos aleatoriamente, fomos para um canto da cidade e andando pelas ruas escolhemos o Café d’Orleans, a comida era bem gostosa, o atendimento foi bom, mas aí começou nossa sina: o francês. Eu havia começado a estudar francês poucos meses antes, Alessandro também, nossa salvação neste momento era o Miguel, que fala francês.

Não é muito comum o cardápio ter a tradução para o inglês ou espanhol, e não são muitos os franceses que falam inglês, e os que sabem não falam sempre, por questões históricas e sim eu já sabia disso, mas não, não achava que seria tão difícil me comunicar, me negava um pouco a acreditar nessa história de que francês não fala inglês. Mas vá preparado para fazer mímicas.

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Depois de jantar fomos dar uma voltinha pelo Rio Sena. E o melhor é que tem Rio Sena pra todo mundo, para aquele casal romântico e rico que quer a barca mais luxuosa (luxuosa mesmo, imaginem um restaurante super chique, agora coloque ele numa lancha luxuosa e pronto), a barca para pessoas normais, e até pessoas que só querem caminhar ou correr às margens do rio após um dia comum em sua vida, tem também Rio Sena para os amigos que passam no mercado compram algumas bebidas baratas e pegam o violão, sentam ao lado do Sena e ali passam a noite e a madrugada, bebendo, rindo, cantando. Fique à vontade para escolher qual seu perfil ideal e aproveitar.

Eu e Alessandro preferimos dar uma corridinha

Eu e Alessandro preferimos dar uma corridinha

Nos outros dias, durante o dia, saíamos só eu e Ale, pois Miguel estava fazendo curso. Imaginem a cena: para pedir uma pizza pra levar, eu e Ale fizemos mimicas que mais pareciam o macaco levantando o Simba em Rei Leão do que qualquer outra coisa, bizarro! Nos viramos como pudemos. No fim tudo deu certo! Seja educado, tente aprender e lembrar pequenas frases e saudações como “Bom dia”, “Pode me ajudar?” “Obrigada” e etc, assim você começa falando em Francês e quebra um pouco o bloquei deles, depois tenta falar em Português mesmo ou Espanhol e se eles começarem a falar em Inglês aí sim, pule, comemore, abrace ele ótimo!

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6Catedral de Notre Dame e Arco do Triunfo
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14Torre Eiffel

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Ponte das Artes e seus cadeados do amor eterno (?)

DSCN2889Uma visitinha na casinha de Monalisa

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Passeávamos por ruas desconhecidas e por pontos turísticos durante o dia, e a noite voltávamos ao hotel para encontrar com Miguel e ir para a night. Não faltam boates e bares legais em Paris, gastei boa parte dos meus humildes euros com caipirinhas 😀 (sim, porque sou viciada). Não sei se em todos os lugares de lá são assim, mas a maioria que fui, você pode entrar e sair quando quiser, não paga entrada nem nada, então entrávamos para olhar e se estivesse legal, ficávamos.

Dica

Para locomoção, há a opção de alugar bicicletinhas, e os primeiro 30 minutos são “grátis”, olha que beleza. Você se cadastra no site ou na própria estação (basta ter um cartão de crédito e o documento de identidade, no caso, o passaporte) e o valor do dia é de 1,70 euros, mas os primeiros 30 minutos são gratuitos, então se você pegar em uma estação e devolver em outra antes destes 30 minutos, o valor diário não será descontado.

Ficamos uma semana em Parisinha e então acabou o feitiço da fada madrinha e era hora de voltar para o Brasil, descansar mais uma semana e arrumar a malas para o próximo destino… Um dos meus favoritos!

Mi México lindo y querido, ahí vamos!

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3 opiniões sobre “Paris – Chegamos, ma cherie!

  1. Rhayna, vivenciei essa “dificuldade” dos franceses em relação ao inglês no ano passado. Recebi um aluno que era francês, o pai tinha sido transferido pela empresa para os EUA e depois para o Brasil e o inglês era fluente porém não era dos melhores. Quando perguntei o porque, ele me explicou da relação de “amor e ódio” entre os países e que os franceses não fazem questão alguma de aprender o inglês ou coisas do tipo! Mais penei pra entender o que o menino falava/queria e pra ensinar português a ele. O bom é que aprendi um pouco de francês também!!! 🙂
    Beijos, saudades! ♥

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